As sinapses sempre precisam de constante renovação. Desfazem-se umas, refazem-se outras, neurônios morrem, nascem outros.
Esta Teia Neuronial chega ao seu destino, feliz e plena. Mas toda morte se segue a renascimento. A Teia Neuronial continua seu projeto mentalsomático alhures, com ainda mais dentritos. O novo link é:
http://teianeuronial.wordpress.com/
Obrigado a todos os que acompanham minhas tentativas de instigar o pensamento. Continuemos. Atualizem seus favoritos e assinem o novo feed. Abraços.
Hoje eu quero dizer três coisas, mas vou dizer logo quatro:
1. Encontrei algumas páginas, na Grande Teia, com links para minha querida Teia Neuronial:
1.a. Uma fui eu mesmo que fiz, pois é a primeira Teia Neuronial da internet. Pois é, meus numerosos caros leitores, havia uma Teia antes desta, e lá, assim que migrei para o UOL Blog, deixei um rastro para cá.
1.b. Outra é a página dos del.icio.us de Tina Oiticica, escritora do blog Universo Anárquico®.
1.c. Também fiquei surpreso ao ver os del.icio.us de um um tal de humanas. Deve ser do pessoal do CCHLA da UFRN, onde está o programa de mestrado que faço atualmente. Gostaria de saber quem colocou lá e como ficou sabendo.
1.d. Outra página de del.icio.us é do meu irmão de muitas eras Rúbio Medeiros. Lá está minha autodescrição da primeira versão desta Teia, que resolvi tirar depois.
1.e. Tina também colocou um link em seu blog anglófono, Anarchic Universe®.
1.f. A mesma querida Tina citou a Teia Neuronial num comentário ao seguinte texto.
1.g. Há outro link que eu fiz há tempos, na minha página pessoal da Wikipédia.
1.h. Meu amigo Dyego tem um link para a Teia em seu famigerado Alter-Egos.
1.i. Há muito tempo atrás, numa galáxia... eu colocara um link no Links & Sites.
1.j. Em Arlequinadas, blog meio inativo da Arlequina, tenho a honra de estar linkado.
1.k. Meu amigo Rodrigo tem um link em seu fotolog.
1.l. Otávio, estimadíssimo, também.
1.m. Finalmente, surpreendente, um site estranhíssimo. Só posso me indagar, na inquietude de meus neurônios: ?
2. Estou migrando para o Wordpress. Logo, logo, começarei a postar alhures, e vocês serão avisados do novo endereço.
3. Hoje baixei o Mozilla Firefox 3, e estou gostando muito.
4. Quem é essa tal de Isabela Nardoni? Por que a mídia não enterra esse caso e deixa a pobre em paz? Também o pai e a madastra já pagaram demais pelo que fizeram, só com a difamação pública.
5. Torço por Barack Obama. Alguém aí nos EUA vote por mim.
ADENDO6. Peço encarecidas desculpas a Léo Mr. T Rodrigues, que há anos tem um link em seu infatigável blog, mesmo que ele já tenha cometido o impropério de chamar minha querida Teia Neuronial de Teia Neural! Perdoemo-nos mutuamente, então... [17-06-2008 e.c. - 23:02]
O Mozilla Firefox está chegando à versão 3.
Usar o Firefox tem me evitado vários problemas do Internet Explorer, como adwares que se instalam sem convidados. Além disso, tem recursos de navegação que só recentemente a Microsoft incorporou (e mesmo assim com deficiências). Ademais, é um software leve e versátil, que o usuário, mesmo sem conhecimentos de programação, pode customizar segundo suas necessidades, sem sobrecarregar seu PC com inutilidades.
Agora os desenvolvedores da Raposa de Fogo pretendem entrar para o Guinness World Records pelo sofware mais baixado pela internet em um dia. Para isso organizaram o Download Day. Dia 17 de junho de 2008 será o lançamento da nova versão do ígneo navegador vulpino. Antes disso, os interessados podem se inscrever no site, comprometendo-se antecipadamente a baixá-lo. Um mapa mostra a quantidade por país de pessoas interessadas.
Por um lado, acho uma bobagem esse livro dos recordes. Ao mesmo tempo em que acho interessante saber os limites das capacidades humanas. Aliás, será que o congestionamento na rede, durante o Download Day, vai permitir o recorde? Por outro lado, é bom participar da divulgação de uma ferramenta que pode ajudar muitos internautas pelo mundo. Quanto a mim, vou adquirir o novo Fajrovulpo (em Esperanto)
Sempre me lembro de Tails, o sidekick de Sonic, quando vejo essa raposinha com louros do Mozilla.
Estou abrindo um novo blog para discutir questões relacionadas a racismo, raça, etnia, etnocentrismo, xenofobia, discriminação, preconceito, intolerância, mestiçagem, miscigenação, desigualdade, igualdade, diferença, integração entre os povos e outros temas correlatos.
Ainda preciso de um título para o novo blog. Você sugerem alguma coisa?
Quanto ao Teia Neuronial, não deixará de existir (ainda).
Rola nos blogs um joguinho. Aqui, aqui e aqui, por exemplo.
1. O título desse verbete aleatório da Wikipedia será o nome da sua banda.
2. As quatro últimas palavras da última frase dessa página de citações formarão o nome do seu disco.
3. A terceira foto dessa página do Flickr será a capa do seu disco.
Sabe o que os jovens cristãos estão fazendo hoje em dia? Eles sabem que não podem fazer sexo antes do casamento, então eles se casam mais cedo. Eles se casam para fazer sexo. Está errado! Aí eles experimentam o sexo e acabou! Perdeu a graça.
Uma observação como esta só pode ser proferida por pelo menos quatro tipos de pessoas:
1. Quem nunca fez sexo;
2. Quem nunca teve criatividade ao fazer sexo;
3. Hipócritas ou
4. Loucos.
O autor das palavras supracitadas, reconstituídas mais ou menos fielmente de ouvido e memória, é um padre que se apresenta diante das câmeras da Canção Nova. Padres são proibidos de fazer sexo e se casar. Ou seria de se casar e fazer sexo? Se eles pudessem se casar, será que se lhes permitiria fazer sexo? (Roma instituiu o celibato e a castidade para que os religiosos não tivessem herdeiros e legassem suas propriedades à Igreja.)
Em todo caso, seu pronunciamento soou como o de quem não sabe do que está falando. Falta-lhe verbação (verbo + ação) ou teática (teoria + prática). Padres deveriam ser proibidos de falar sobre sexo.
Num mundo de pessoas honestas, o padre em questão estaria indubitavelmente incluído no primeiro dos quatro tipos acima. A não ser que tenha feito sexo antes de se tornar padre, o que o colocaria no segundo tipo. Mas mesmo assim ele deveria dar crédito a Vatsyayana, no mínimo. Ou ele nunca ouviu falar do Kama Sutra? Uma das qualidades que admiro na maioria dos padres, apesar do meu anticlericalismo, é a erudição. Como é que esse indivíduo nunca teve nenhuma leitura que ao menos mencionasse qualquer coisa sobre ars erotica? Não leu nem História da Sexualidade 1: A Vontade de Saber, de Michel Foucault, para entender ao menos como a sua Igreja vem se relacionando com o sexo ao longo da História?
De qualquer modo, quem sabe fazer sexo, quem o sabe fazer bem, sabe também que não perde a graça. Há muitas formas de se abordar o parceiro ou parceira, vários modos de se fazer as preliminares, diversas maneiras de se unir os dois (ou mais) corpos e múltiplos meios de se gozar da experiência.
No mundo real, é possível que a pessoa que falou esse disparate seja um hipócrita. Fim do parágrafo.
Certa vez eu estava no cabeleireiro, início de minha adolescência. Um senhor dizia que preferia se masturbar diante de uma mulher nua a interagir fisicamente com ela. Há loucos de todos os tipos. Há ninfomaníacas e sátiros. Há castos por opção. Há pansexuais. Enfim, cada um pode com autoridade contar sobre sua própria loucura. No máximo, pode apenas dar palpites sobre a loucura alheia.
Fim do artigo.
Comecei a aprender Esperanto ontem, através do site lernu!. Para melhor memorizar certas palavras e frases, fiz alguns desenhos com legendas e diálogos. Como meu scanner não está funcionando, eis uma montagem legal:

É um idioma fácil, embora eu ainda duvide de sua utilidade como meio de comunicação, mas é bom para treinar a fexibilidade lingüística, ou seja, ajuda a aprender outros idiomas.
Ela estava numa brecha entre a janela e a moldura, do lado de fora, invisível a mim. Apenas abri num solavanco a fenestra, e captei com o canto da vista uma cauda e perninhas balançando. “Uma lagartixa!”, pensei. Quis vê-la de perto, e era estranho que não se movesse mais. Então percebi que era um corpo decapitado e pendurado à moldura pelo pescoço, as ditas cauda e pernas no ar. Olhando bem, vi a cabeça, separada do corpo por uma linha vermelha, pregada na pintura cor de marfim, de cerca de 1 milímetro de espessura. Tive náuseas.
Senti-me mal por ter causado acidentalmente a morte de uma lagartixa. Bem, acho que me senti um pouco tonto mais por causa da visão da lagartixa decepada do que pela morte dela em si. Aliás, faltava-lhe a pata dianteira direita.
No mesmo dia, antes do acidente, eu lera o primeiro volume de um mangá intitulado Delivery Service of Corpse, escrito por Eiji Ohtsuka e desenhado por Housui Yamazaki. Algumas cenas das histórias mostravam cadáveres, inclusive um corpo formado de retalhos de vários cadáveres (frankensteinianamente). Imagens que me provocaram uma moleza nos músculos. Mais ou menos a mesma sensação de quando vi a cena de abertura de Nosferatu: Phantom der Nacht (1979), de Werner Herzog.
Isso me faz pensar agora em duas condições sobre as quais estava refletindo há algum tempo: tanatofobia e necrofobia. Tanto ou mais do que o medo da morte (θάνατος, Thánatos), o medo dos mortos (νεκρος, nekrós) nos faz sentir calafrios, inventar deuses e demônios que nos assombram e nos desculpar incansavelmente dos que já perderam este invólucro mortal. Freud disse em Totem e Tabu que a tristeza pela morte de um ente querido sempre se associa à culpa (por causa do desejo pela sua morte, que aconteceu ao menos uma vez na vida) e ao medo de que o falecido venha a querer se vingar. Todas as lágrimas, para o psicótico austríaco, são crocodilianas.
Peguei um guardanapo, puxei o corpinho morto pela ponta da cauda. O fio vermelho foi saindo como se estivesse pregado com adesivo, e finalmente veio a cabeça na outra ponta. Pus o pequeno cadáver no meio do papel, embalei-o e o pus num cesto de lixo.
Fiquei me perguntando qual foi a reação daquela consciência a tão rápida e trágica morte. Como ela ficou ao perder seu corpo? Ela percebeu que morreu? Será que vai renascer como uma lagartixa ou outro animal mais complexo?
Quando eu descartar este corpo, podem doar à vontade os órgãos e cremá-lo depois. Prometo que não vou assombrar ninguém (ao menos, não de propósito).
Não me gusta o cheiro de fumaça de cigarro. Annoys me muito o hálito de fumante. Não consigo disfarçar e ao mesmo tempo me incomoda saber que alguém pode se sentir ofendido se eu demonstrar que não estou incomodado. O melhor, na maioria dos casos, é me afastar do focus.
Uma colega do trabalho me disse que sempre teve nojo de tocar num maço de cigarros embalado. Eu então me dei conta de que também tenho essa aversão, mais amena, no entanto. Tenho medo de ficar com os dedos fedendo. Coisa da mente; tenho um colega de trabalho que não come ovo de codorna por causa das manchinhas pretas que há na casca.
Provei cigarro uma vez, na adolescência, e nunca mais fumei, a não ser passivamente. Num de meus últimos aniversários, um amigo, que na época era fumante assíduo, me deu um cigarro, presente nada amigo. Tive que jogar no lixo. Já a maconha eu provei com mais de vinte anos, mas foi só para não dizer que nunca provei. É como se nunca tivesse provado.
Escrevi há tempos um post sobre uma aula que tive na universidade, da disciplina “Corpo, Natureza e Cultura”, em que a professora mandou desligar o ar condicionado e abrir as janelas para acender seu cigarro. Uma professora de inglês certa vez disse que um fumante incomoda menos do que um bêbado. Claro que quando ela queria acender seu cigarro sempre se afastava, para não incomodar ninguém com a fumaça. Então percebi que os fumantes, nessas ocasiões, se desligam do contato humano, o que é chato. E há muitos bêbados que não incomodam, pois isso depende da reação de cada um ao álcool.
Por falar em fumaça, é difícil acreditar que um presidente possa ter dito isso:
Não é a poluição que prejudica o meio ambiente. São as impurezas do nosso ar que estão fazendo isso.
Nós temos Lula. Os norte-americanos têm esse aí.
Divisões perigosas
Políticas raciais no Brasil contemporâneo
Peter Fry
Yvonne Maggie
Marcos Chor Maio
Simone Monteiro
Ricardo Ventura Santos
(org.)

Orientalismo
O Oriente como invenção do Ocidente
Edward W. Said

Ethnic groups and boundaries
The social organization of culture difference
Fredrik Barth

Star Wars
IV: Uma nova esperança
George Lucas
V: O Império contra-ataca
Irvin Kershner
VI: O retorno de Jedi
Richard Marquand
(DVD)

Persépolis
Vincent Paronnaud &
Marjane Satrapi
(Windows Media Player)

Mogli
O menino lobo
Wolfgang Reitherman
(Disney Channel)

10.000 A.C.
Roland Emmerich
(Cinemark)

Snoopy 1
E sua turma
Charles M. Schulz
As tiras clássicas da turma da Mônica
Vol. 1
Maurício de Souza
Delivery Service of Corpse
1
Eiji Ohtsuka
Housui Yamazaki
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