Entrem no Google (http://www.google.com/) e insiram no campo de busca (entre aspas mesmo):
“desenhos da idade média”
Vejam a primeira ocorrência. Obrigado, Mr. T!
A Teia Neuronial também é conhecida popularmente como Teia Neural e Teia Neuronal. Isso se deve provavelmente ao fato de que, embora dicionarizada, a palavra neuronial é uma forma pouco usual; as formas neuronal e neural são mais comuns.
Há pessoas visitando meu site da Europa. Quem? Como não incluí um serviço de trackback ou sei-lá-o-quê dessas coisas que identificam o caminho que os internautas percorreram até um link para minha página, só posso propor algumas teorias:
1) Minha prima Lis está na Europa, não tenho certeza se viajando por diversos países, mas se estiver, pode ser que seja ela; se for ela, por que nunca deixa comentários, hem, Lis? (Quero mesmo saber o que as pessoas acham daquilo que escrevo!);
2) Provavelmente estão encontrando meu site numa busca do Google, talvez pelo post de 24 de maio de 2006, sobre o campeonato da Copa Mundial. Como o campeonato está sendo sediado pela Alemanha, país europeu, pode ser que… ou pode ser que não;
3) Quem sabe se há uma concentração grande de anticristãos (ou de cristãos, dá no mesmo) e satanistas no Velho Mundo que, buscando pela net alguma coisa sobre o 666, no “dia da Besta” (6 de junho de 2006), tenham encontrado meu post sobre o mesmo;
4) Talvez Arnold Schwazenegger (recebi uma visita da Califórnia) esteja mobilizando seus amigos national-sozialistas do velho continente para estudar meu potencial intelectual e utilizá-lo em algum plano para dominar o mundo — ou para salvar o mundo (hollywoodyanamente);
5) Quiçá seja puro acaso;
6) etc.
Dessa forma, talvez seja bom começar a escrever alguns textos em inglês e/ou francês e/ou espanhol (enquanto não aprendo italiano, alemão et coetera) para atender a meu público europeu, que talvez esteja ávido por neurônios tecidos aracnodactilamente (ou meio caótica e/ou randomicamente por vezes ou não) em suas línguas maternas.
e
hoje eu ainda mantivesse a atitude adolescente de alguns anos atrás,
consideraria que é um dia especial: 06/06/06. Minhas tendências anticristãs de
outrora (atenuadas hoje, mas não mortas) e uma certa afeição pelo Satanismo
(também não destruída) me fariam comemorar esta data como um dia simbólico. Mas
eu só teria uma motivação para fazer isso: performance. Ou seja,
exaltação e um ímpeto para aparecer. Não duvido que muitos outros blogueiros vão
escrever sobre isso, e aposto que pelo menos vários deles o farão para
chamar atenção.
Quando eu era ferrenhamente anticristão (ou seja, praticamente um cristão), costumava fazer considerações sobre o número 666. Os romanos representariam seis seis seis como VI VI VI, o que me lembrava a frase de Julius Caesar: "Veni vidi, vinci." Seiscentos e sessenta e seis seria DCLXVI, que traria todos as letras usadas na numeração romana, menos o M, ou seja, menos o milênio. Li uma interpretação numerológica que dizia que, já que o 7 é o número da perfeição, o 6 é o número da imperfeição, portanto, o 6 três vezes é a insistência na imperfeição, ou seja, o pecado. Outra já vinha com a história de que o 9 era a perfeição, e como o 6 é o 9 invertido... São coisas que me fascinavam, como um livro que um primo meu achou jogado na rua, intitulado 666, e que, de um ponto de vista cristão, mostrava que o número da Besta estava cada vez mais presente na vida ocidental, e portanto deveríamos tomar cuidado. "Altas viagens."
Mas o fato de eu ter decidido dedicar um post a isso ainda me mostra que considero esse número significativo, de alguma forma. Não posso negar que os algarismos 6 dispotos em trio um ao lado do outro formam uma figura bonita. Outros números também. Entretanto, só o fato de me dar ao trabalho de escrever este post me faz perceber que para mim todo o simbolismo apocalíptico já não passa de insignificância. Considero o Apocalipse um livro bonito, rico de simbolismo literário, que me ajuda a entender, de um ponto de vista freudiano, certas aflições psíquicas. Mas já vejo como baboseira qualquer consideração (ma)teológica ou mística sobre esse assunto.
Eis um poeminha escrito naquela época, feito com hilariedade e que hoje, mais do que nunca, me faz rir (pensando bem, nunca levei realmente muito a sério essa brincadeira, que sempre foi mesmo muito mais uma brincadeira do que um conjunto de "crenças"):
Faltam 666
Auroras para o fim do mundo, e três
Dos quatro já vieram.
Morte e Hades
Hão de chegar com a feras da terra
E nos presentear com uma
guerra.
Mas não assim tão apressado vades!
Aliás, não é por acaso que hoje é a estréia do filme A Profecia, refilmagem do clássico de 1976. Acho que vou assistir a esse filme, mas sem muito entusiasmo... talvez não assista.
bservei esta conversa, meio distraído, mas quem poderia se furtar a
atentar para a singularidade do diálogo? Não eu, que não posso dizer se imaginei
grande parte das frases, como para preencher as lacunas que deixavam os trechos
compreensíveis desligados entre si. Nem devo dizer se há alguma coisa de real
neste evento excêntrico, devo? Quem sabe, Sócrates?
— Ela é uma provicional.
— Está gripado?
— Não.
—
Provissional?!
— É. Ela é especialista em adições.
— Ah,
uma matemática.
— Nada disso. Ela é farmacêutica.
— Uma farmacêutica
especializada em adições?
— Isso, adições… em outras palavras, vícios.
—
Ah, adição! Como em inglês, addiction.
— Exatamente, por isso ela é
uma provicional. Cuida da reabilitação dos viciados.
— Podemos mudar
de assunto?
Andei por aí, virtualmente, dando amparo a uns amigos tristes. Agora é minha vez. Aqui venho eu com um soneto inglês que não chegou ao seu destino, pois sua destinatária está agora muito mais longe do que nunca do remetente, e este daquela. Essa tristezazinha vai passar logo, mas fique aqui registrada.
Recita cada rima que se eleva
Aos céus como dois anjos, lado a lado;
Declama-os como um brado que, na treva,
Desperta o olhar do poeta iluminado;
Deixa que os versos abram tua alma,
Que desabrocha em pulcra primavera;
Contempla este poema que te acalma
Como poção de amor que regenera.
Atenta para a voz que te corteja,
Atenta para o olhar que te olha firme,
Atenta para o que este amor almeja,
Pois já é tempo de, em boa hora, ir-me…
Atenta, enfim, pois este braço amigo
Oferta-te “Voa outra vez comigo!”
Aos dias que entraram para o rol dos mais felizes de minha vida! À Estrela que tanto brilhou sobre mim, esta Mariposa que comigo voou tão alto! Não sei se ela lerá estas palavras. Valeu a pena; nossas almas não são nada pequenas.
Um grande amigo abraço à grande Gil e outro ao nobre Dyego.
Divisões perigosas
Políticas raciais no Brasil contemporâneo
Peter Fry
Yvonne Maggie
Marcos Chor Maio
Simone Monteiro
Ricardo Ventura Santos
(org.)

Orientalismo
O Oriente como invenção do Ocidente
Edward W. Said

Ethnic groups and boundaries
The social organization of culture difference
Fredrik Barth

Star Wars
IV: Uma nova esperança
George Lucas
V: O Império contra-ataca
Irvin Kershner
VI: O retorno de Jedi
Richard Marquand
(DVD)

Persépolis
Vincent Paronnaud &
Marjane Satrapi
(Windows Media Player)

Mogli
O menino lobo
Wolfgang Reitherman
(Disney Channel)

10.000 A.C.
Roland Emmerich
(Cinemark)

Snoopy 1
E sua turma
Charles M. Schulz
As tiras clássicas da turma da Mônica
Vol. 1
Maurício de Souza
Delivery Service of Corpse
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Eiji Ohtsuka
Housui Yamazaki
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