O Mozilla Firefox está chegando à versão 3.
Usar o Firefox tem me evitado vários problemas do Internet Explorer, como adwares que se instalam sem convidados. Além disso, tem recursos de navegação que só recentemente a Microsoft incorporou (e mesmo assim com deficiências). Ademais, é um software leve e versátil, que o usuário, mesmo sem conhecimentos de programação, pode customizar segundo suas necessidades, sem sobrecarregar seu PC com inutilidades.
Agora os desenvolvedores da Raposa de Fogo pretendem entrar para o Guinness World Records pelo sofware mais baixado pela internet em um dia. Para isso organizaram o Download Day. Dia 17 de junho de 2008 será o lançamento da nova versão do ígneo navegador vulpino. Antes disso, os interessados podem se inscrever no site, comprometendo-se antecipadamente a baixá-lo. Um mapa mostra a quantidade por país de pessoas interessadas.
Por um lado, acho uma bobagem esse livro dos recordes. Ao mesmo tempo em que acho interessante saber os limites das capacidades humanas. Aliás, será que o congestionamento na rede, durante o Download Day, vai permitir o recorde? Por outro lado, é bom participar da divulgação de uma ferramenta que pode ajudar muitos internautas pelo mundo. Quanto a mim, vou adquirir o novo Fajrovulpo (em Esperanto)
Sempre me lembro de Tails, o sidekick de Sonic, quando vejo essa raposinha com louros do Mozilla.
Estou abrindo um novo blog para discutir questões relacionadas a racismo, raça, etnia, etnocentrismo, xenofobia, discriminação, preconceito, intolerância, mestiçagem, miscigenação, desigualdade, igualdade, diferença, integração entre os povos e outros temas correlatos.
Ainda preciso de um título para o novo blog. Você sugerem alguma coisa?
Quanto ao Teia Neuronial, não deixará de existir (ainda).
Rola nos blogs um joguinho. Aqui, aqui e aqui, por exemplo.
1. O título desse verbete aleatório da Wikipedia será o nome da sua banda.
2. As quatro últimas palavras da última frase dessa página de citações formarão o nome do seu disco.
3. A terceira foto dessa página do Flickr será a capa do seu disco.
Sabe o que os jovens cristãos estão fazendo hoje em dia? Eles sabem que não podem fazer sexo antes do casamento, então eles se casam mais cedo. Eles se casam para fazer sexo. Está errado! Aí eles experimentam o sexo e acabou! Perdeu a graça.
Uma observação como esta só pode ser proferida por pelo menos quatro tipos de pessoas:
1. Quem nunca fez sexo;
2. Quem nunca teve criatividade ao fazer sexo;
3. Hipócritas ou
4. Loucos.
O autor das palavras supracitadas, reconstituídas mais ou menos fielmente de ouvido e memória, é um padre que se apresenta diante das câmeras da Canção Nova. Padres são proibidos de fazer sexo e se casar. Ou seria de se casar e fazer sexo? Se eles pudessem se casar, será que se lhes permitiria fazer sexo? (Roma instituiu o celibato e a castidade para que os religiosos não tivessem herdeiros e legassem suas propriedades à Igreja.)
Em todo caso, seu pronunciamento soou como o de quem não sabe do que está falando. Falta-lhe verbação (verbo + ação) ou teática (teoria + prática). Padres deveriam ser proibidos de falar sobre sexo.
Num mundo de pessoas honestas, o padre em questão estaria indubitavelmente incluído no primeiro dos quatro tipos acima. A não ser que tenha feito sexo antes de se tornar padre, o que o colocaria no segundo tipo. Mas mesmo assim ele deveria dar crédito a Vatsyayana, no mínimo. Ou ele nunca ouviu falar do Kama Sutra? Uma das qualidades que admiro na maioria dos padres, apesar do meu anticlericalismo, é a erudição. Como é que esse indivíduo nunca teve nenhuma leitura que ao menos mencionasse qualquer coisa sobre ars erotica? Não leu nem História da Sexualidade 1: A Vontade de Saber, de Michel Foucault, para entender ao menos como a sua Igreja vem se relacionando com o sexo ao longo da História?
De qualquer modo, quem sabe fazer sexo, quem o sabe fazer bem, sabe também que não perde a graça. Há muitas formas de se abordar o parceiro ou parceira, vários modos de se fazer as preliminares, diversas maneiras de se unir os dois (ou mais) corpos e múltiplos meios de se gozar da experiência.
No mundo real, é possível que a pessoa que falou esse disparate seja um hipócrita. Fim do parágrafo.
Certa vez eu estava no cabeleireiro, início de minha adolescência. Um senhor dizia que preferia se masturbar diante de uma mulher nua a interagir fisicamente com ela. Há loucos de todos os tipos. Há ninfomaníacas e sátiros. Há castos por opção. Há pansexuais. Enfim, cada um pode com autoridade contar sobre sua própria loucura. No máximo, pode apenas dar palpites sobre a loucura alheia.
Fim do artigo.
Divisões perigosas
Políticas raciais no Brasil contemporâneo
Peter Fry
Yvonne Maggie
Marcos Chor Maio
Simone Monteiro
Ricardo Ventura Santos
(org.)

Orientalismo
O Oriente como invenção do Ocidente
Edward W. Said

Ethnic groups and boundaries
The social organization of culture difference
Fredrik Barth

Star Wars
IV: Uma nova esperança
George Lucas
V: O Império contra-ataca
Irvin Kershner
VI: O retorno de Jedi
Richard Marquand
(DVD)

Persépolis
Vincent Paronnaud &
Marjane Satrapi
(Windows Media Player)

Mogli
O menino lobo
Wolfgang Reitherman
(Disney Channel)

10.000 A.C.
Roland Emmerich
(Cinemark)

Snoopy 1
E sua turma
Charles M. Schulz
As tiras clássicas da turma da Mônica
Vol. 1
Maurício de Souza
Delivery Service of Corpse
1
Eiji Ohtsuka
Housui Yamazaki
Best viewed with
Mozilla Firefox
Design do Tecelão